De Coração para Coração

Reflexão – dia 11 de setembro de 2017

“E, ouvindo-se o mandado, que o rei decretará em todo o seu reino (porque é grande), todas as mulheres darão honra a seus maridos, desde a maior até à menor”. (Ester 1:20)

Interessante como independente de época sempre houve a rebeldia. Na época onde reis e rainhas reinavam as ordens de um rei não eram jamais contestadas, muitas vezes pagando-se até mesmo com a morte. Porém, Vasti resolveu ser rebelde e desafiar uma ordem do rei não indo ao seu encontro.

O rei Assuero se reuniu com seus principais príncipes para saber o que fazer em relação à atitude de Vasti. Após o edito real ser escrito, a disciplina de Vasti foi nunca mais entrar na presença do rei, perdeu seu cargo de rainha e seu reino seria dado à outra que fosse melhor do que ela.

Dessa forma, as mulheres de outros reinos que ouvissem sobre a história de Vasti não teriam a mesma atitude que a dela.

Fico pensando em como hoje agimos da mesma forma. Vejo duas situações aqui:

A primeira que provavelmente não havia amor da parte de Assuero que se importou apenas com a ofensa de não ter exibido sua rainha para todos que estavam seu banquete e me parece que de Vasti também não, pois para ela importava mais o banquete que ela dava do que ir ao encontro do seu rei.

Será que muitas situações não seriam evitadas se apenas agíssemos com o amor que Cristo nos mandou ter para com todos? Se agíssemos com amor para com nosso cônjuge? Com nossos filhos? Na Primeira Epístola de Pedro, capítulo 4, verso 8 diz: “Mas, sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros; porque o amor cobrirá a multidão de pecados”. (1 Pedro 4:8)

E a segunda situação é a rebeldia em si. Vasti foi rebelde duas vezes ao dizer não ao rei. Primeiro para com o próprio rei Assuero e segundo a desfeita que fez aos príncipes dos reinos. Quantas vezes não pensamos nas consequências dos nossos atos? Será que se Vasti tivesse imaginado o que poderia lhe ocorrer teria agido da mesma forma?

Que possamos deixar o amor de Deus entrar em nossos corações e transbordar para que as pessoas ao nosso redor sejam inundadas por esse mesmo amor. E que possamos entender que é melhor obedecer do que sacrificar, pois Deus se agrada daqueles que O obedecem.

Autora Paula Mesquita

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