De Coração para Coração

Reflexão – dia 25 de julho de 2017

“Há no teu reino um homem, no qual há o espírito dos deuses santos; e nos dias de teu pai se achou nele luz, e inteligência, e sabedoria, como a sabedoria dos deuses; e teu pai, o rei Nabucodonosor, sim, teu pai, o rei, o constituiu mestre dos magos, dos astrólogos, dos caldeus e dos adivinhadores; porquanto se achou neste Daniel um espírito excelente, e conhecimento, e entendimento, interpretando sonhos e explicando enigmas, e resolvendo dúvidas, ao qual o rei pôs o nome de Beltessazar. Chame-se, pois, agora Daniel, e ele dará a interpretação”. (Daniel 5:11,12)

É interessante observar como Deus desde a antiguidade nos avisa, independente de quem seja, que Ele é o Deus que deve ser louvado e glorificado. Mostra qual o caminho correto a ser seguido, porém mesmo que vejamos, leiamos ou saibamos de Suas maravilhas o negamos e depois ainda queremos jogar em cima do Criador a culpa dos nossos problemas e mazelas.

O filho de Nabucodonosor, rei Belsazar, sabia tudo que tinha acontecido com seu pai. Tinha ciência de que toda honra e toda glória devia ser dada ao que eles chamavam de Deus dos deuses santos, mas ainda assim não deu ouvidos a nada disso profanando os utensílios sagrados tirados do templo de Jerusalém.

O que mais acho interessante é que mesmo na antiguidade onde existia o povo escolhido por Deus, Ele não fazia acepção de pessoas. O amor, cuidado e justiça d’Ele estavam estendidos a quem quisesse fazer parte do povo separado para adorá-Lo e seguir os Seus mandamentos.

Porém, já dizia Paulo em sua carta aos Romanos, no capítulo 7, versículo 15, que o que não queremos fazer, é exatamente o que fazemos, mas o que não praticar é exatamente o que praticamos.

Deus não é um deus para se duvidar. Belsazar sabia qual o caminho correto a seguir, ainda assim decidiu trilhar pelo erro e isso custou sua vida.

Desse texto ainda tiro outra reflexão: A mulher sábia edifica seu lar, já diz o texto no livro de Provérbios, capítulo 14, versículo 1. A rainha quando viu o semblante do seu rei caído e seu estado de espírito perturbado sabia a quem chamar que resolveria a questão.

Outra coisa que me chamou a atenção é que mesmo que o nome de Daniel tenha sido mudado para Beltessazar, ele era conhecido pelo seu nome escolhido. Sempre que se referiam a ele era por Daniel, também chamado por Beltessazar.

Deus nos escolheu para sermos santos, que significa: separados para Ele. Temos uma escolha a fazer: seguir ou não a esse Deus. Alguns podem pensar que isso é maldade, mas que tal analisarmos a situação?

Desde a antiguidade vemos vários deuses descritos, cada um com suas características. E cada pessoa que o escolhia tinha suas conseqüências pelas escolhas, pois tinha que cumprir as regras de cada um deles. Caso não cumprissem eram punidos, e se lermos com profundidade, muitas punições eram o que chamamos de bárbaras. Fora que para muitos deles o sacrifício de morrer por aquele deus era tido como honra.

Ainda nos dias de hoje temos vários deuses espalhados pelo mundo, mas existe o Deus que está acima de todos os deuses e que se importa conosco. Podemos escolhê-Lo e termos a vida eterna, porém não nos esquecendo de Seus mandamentos ou simplesmente escolher outros que nos levará a morte eterna.

É simples assim! A escolha é nossa!

Qual será sua opção? Morrer para prazeres deste mundo, ou fazer tudo que o nosso eu egoísta quer? A escolha é sua?

Que possamos dizer não para tudo que nos afasta de Deus.

Autora Paula Mesquita

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.